E se tivesse sido pênalti... (Teoria conspiratória a respeito do Ronaldo e da derrota do Brasil)

“Felipão sabe de tudo, Parreira é um idiota”, afirma uma velha senhora de aproximadamente 1,20m de altura e aparência frágil, vestida com a camisa reserva número 9 da seleção. Esse é o som principal que ecoa através do salão da Rodoviária Municipal de Tubarão após a eliminação do Brasil da Copa do Mundo de 2006 frente a França por 1x0. A mulher caminha solitária e anuncia repetidas vezes, por entre as lágrimas e as sombras que se erguem sobre rostos tristes e corpos vestidos com variações de verde e amarelo, o apoio ao técnico da seleção portuguesa e o ódio por quem, na sua opinião, foi o responsável pelos seus sonhos terem sido encerrados nesse sábado em Frankfurt, na Alemanha.
Entre as outras pessoas o clima é de solidariedade. Um semi-luto coletivo quase cômico em que o silêncio na plataforma só é rompido pelos gritos da mulher e pela voz metálica e pausada que sai dos auto-falantes anunciando o horário do próximo embarque.
Na loja de produtos da Cidade do Leste, entre Dvd’s piratas e bonés Nike de procedência duvidosa, são discutidas teorias. “Isso foi comprado, e não foi barato não!”, informa o vendedor que já começava a retirar da vitrine uma série de bandeiras, relógios, camisas e penduricalhos nas cores nacionais. “O Ronaldo se vendeu, aquela mão gorda não me engana”, acusa.
A mão gorda a qual o comerciante se refere foi aquela levantada pelo robusto camisa 9 da seleção em direção à bola que acabara de entrar na grande área brasileira. Pênalti não marcado pelo juiz que poderia garantir a vitória francesa sobre o Brasil, novamente com a interferência decisiva de Ronaldo. Caso o juiz marcasse a penalidade e o gol francês saísse nesse lance e não no cruzamento de Zidane completado por Henry, em que Roberto Carlos ajeitava a meia, a acusação seria mais grave. E com certeza, do mesmo modo, não seria comprovada jamais.
Entre as outras pessoas o clima é de solidariedade. Um semi-luto coletivo quase cômico em que o silêncio na plataforma só é rompido pelos gritos da mulher e pela voz metálica e pausada que sai dos auto-falantes anunciando o horário do próximo embarque.
Na loja de produtos da Cidade do Leste, entre Dvd’s piratas e bonés Nike de procedência duvidosa, são discutidas teorias. “Isso foi comprado, e não foi barato não!”, informa o vendedor que já começava a retirar da vitrine uma série de bandeiras, relógios, camisas e penduricalhos nas cores nacionais. “O Ronaldo se vendeu, aquela mão gorda não me engana”, acusa.
A mão gorda a qual o comerciante se refere foi aquela levantada pelo robusto camisa 9 da seleção em direção à bola que acabara de entrar na grande área brasileira. Pênalti não marcado pelo juiz que poderia garantir a vitória francesa sobre o Brasil, novamente com a interferência decisiva de Ronaldo. Caso o juiz marcasse a penalidade e o gol francês saísse nesse lance e não no cruzamento de Zidane completado por Henry, em que Roberto Carlos ajeitava a meia, a acusação seria mais grave. E com certeza, do mesmo modo, não seria comprovada jamais.
O jornalista Juca Kfouri, adepto também a teorias conspiratórias, alertou recentemente no blog http://blogdojuca.blog.uol.com.br/index.html os interesses por trás de uma campanha não vitoriosa do Brasil, que giram em torno de alguns bilhões de dólares. O comerciante não está sozinho em seus questionamentos !
Poderiam não ser os árbitros, que recentemente andavam envolvidos com escândos de corrupção e manipulação de resultados, os encarregados de garantir que a Copa desse ano não viesse para o Brasil, aos quais Juca se referia, e sim os próprios jogadores ? Teria sido dinheiro, e não o amor a pátria ou graves problemas neurológicos, que fizeram o "Fenômeno" erguer a mão à bola, novamente podendo ser decisivo como em 98 para a eliminação do Brasil? O Galvão defende tanto o Ronaldo por motivos menos nobres que a amizade ou o amor? Perguntas sem respostas que atormentam o comerciante. Perguntar não ofende. Devia ter sido pênalti.
1 Comments:
De: Thiago
Talvez, isso explique a razão do Jogador Leonardo ter declarado a seguinte frase: "Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo, ficariam enojadas". Todos os brasileiros ficaram chocados e tristes por terem perdido a Copa do Mundo de futebol, na França. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos. Fato comprovado: o Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 13:00 do dia 12 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr.Ricardo Teixeira (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Mário Zagallo, o Sr. Américo Faria, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel. A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o penta-campeonato mundial por sediar a Copa do Mundo. A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$ 400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike. Além disso, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o próprio Ronaldo, Raul da Espanha, Batistuta da Argentina e Roberto Carlos, também do Brasil. Mesmo assim, Ronaldo se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Zagallo a escalar o jogador Edmundo, dizendo que Ronaldo estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico para problemas estomacais). A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa milhões de dólares) ao longo da sua carreira. Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante o "Golden Goal" (prorrogação com morte súbita), porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a França, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em duas falhas simples do time brasileiro, os primeiros gols. O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da Fifa, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à França num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registradas naquele país, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única européia) e o mercado comum europeu (ECC). Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange, que o Brasil terá seu caminho facilitado para o penta-campeonato de 2002.
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